Instituto de Medicina Nuclear e Imagem Molecular
 

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Indicações Clínicas

Oncologia Nuclear

 

a) Gálio-67 no estadiamento e seguimento dos pacientes portadores de doença de Hodgkin (DH) e linfoma não–Hodgkin (LNH), avaliação de massa hepática, pesquisa de metásteses de melanoma e processos de natureza inflamatória e infecciosa.


b) Cintilografia mamária com SESTAMIBI- Tc99m na diferenciação de lesões mamárias palpáveis e mamas densas a mamografia, assim como de lesões cicatriciais e recidiva tumoral em pacientes já operadas.

c)   SPECT com SESTAMIBI-Tc99m na avaliação de tumores cerebrais.

d)  Cintilografia Óssea com MDP-Tc99m no estadiamento oncológico de pacientes com câncer de mama, próstata e pulmão.

e)  Samário-153 no tratamento paliativo da dor por metástases ósseas.

f)  Fitato-Tc99m na detecção do linfonodo sentinela.

g)  Pesquisa de corpo inteiro com Iodo-131 na detecção de metástases de carcinoma folicular e papilífero da tireóide.

h)  Tálio-201na avaliação pós-operatória de tumores cerebrais (diferenciação ente cicatriz e recidiva tumoral).

i)   Cintilografia com MIBG-Iodo131 e Octreotide marcado com Indio111 na avaliação de tumores de linhagem neuroectodérmica, diagnóstico e seguimento de neuroblastomas e feocromocitomas.

 

Cardiologia Nuclear

 

a) Diagnóstico de isquemia miocárdica decorrente de coronariopatia obstrutiva em pacientes com probabilidade pré-teste intermediária (ex: paciente assintomático com teste ergométrico positivo, paciente sintomático com teste ergométrico negativo, mulheres com angina atípica, etc.)


b) Avaliação da repercussão isquêmica de lesão limítrofe (
30 a 60% de obstrução pela coronariografia) em pacientes com coronariopatia obstrutiva conhecida.


c) Estratificação de risco e avaliação prognóstica de pacientes com angina estável, auxiliando na decisão terapêutica (clínica X cirúrgica).


d) Estratificação de risco pré-operatória (em especial vascular), em pacientes com angina instável e pós-IAM.

e) na avaliação de isquemia após procedimento de revascularização miocárdica ou angioplastia (detecção de reestenose ou complicações).


f) detecção da presença de viabilidade miocárdica em pacientes com miocardiopatia isquêmica com disfunção ventricular.


g) avaliação de isquemia na população pediátrica nos casos de anomalia coronariana congênita e doença de Kawasaki.

 

 

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